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investigações sobre Ueno Bank chegam a vice de Peña, que renunciou, e Itaipu Binacional

Ministério da Economia denuncia que US$ 60 milhões em recursos da aposentadoria estão em risco após quebra do banco; Investigação alcança 39 pessoas e mira Pedro Alliana, vice de Santiago Peña, que renunciou à Presidência.

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radiofronterafm
7 de novembro de 2026 • 15 min de leitura
investigações sobre Ueno Bank chegam a vice de Peña, que renunciou, e Itaipu Binacional

Acrise política e financeira provocada pela quebra do Ueno Bank, que tem sido classificado como o “Master paraguaio” pelas semelhanças com o escândalo brasileiro, chegou ao núcleo do governo de Santiago Peña e à Itaipu Binacional, hidrelétrica administrada conjuntamente por Brasil e Paraguai.

 

Nesta quinta-feira (5), o Ministério Público paraguaio abriu uma investigação contra 39 pessoas, incluindo o presidente, o vice-presidente Pedro Alliana e autoridades responsáveis pela gestão de recursos públicos depositados no banco, submetido a um processo de resolução pelo Banco Central do Paraguai (BCP).

 

Alliana, que também está entre os investigados, é o sucessor constitucional de Peña e poderá assumir a Presidência caso a renúncia apresentada pelo mandatário seja formalmente aceita ou ele seja destituído pelo Senado. A abertura de uma investigação criminal, por si só, não impede a posse do vice-presidente. 

 

 

Master paraguaio: investigações sobre Ueno Bank chegam a vice de Peña, que renunciou, e Itaipu Binacional

 

Ministério da Economia denuncia que US$ 60 milhões em recursos da aposentadoria estão em risco após quebra do banco; Investigação alcança 39 pessoas e mira Pedro Alliana, vice de Santiago Peña, que renunciou à Presidência.

 

 

Acrise política e financeira provocada pela quebra do Ueno Bank, que tem sido classificado como o “Master paraguaio” pelas semelhanças com o escândalo brasileiro, chegou ao núcleo do governo de Santiago Peña e à Itaipu Binacional, hidrelétrica administrada conjuntamente por Brasil e Paraguai.

 

 

Nesta quinta-feira (5), o Ministério Público paraguaio abriu uma investigação contra 39 pessoas, incluindo o presidente, o vice-presidente Pedro Alliana e autoridades responsáveis pela gestão de recursos públicos depositados no banco, submetido a um processo de resolução pelo Banco Central do Paraguai (BCP).

 

 

Alliana, que também está entre os investigados, é o sucessor constitucional de Peña e poderá assumir a Presidência caso a renúncia apresentada pelo mandatário seja formalmente aceita ou ele seja destituído pelo Senado. A abertura de uma investigação criminal, por si só, não impede a posse do vice-presidente.

 

 

A renúncia de Peña foi apresentada nestaa quinta-feira, mas não chegou a ser formalmente aceita pelo Congresso, após uma sessão conjunta ficar sem quórum. Paralelamente, a Câmara dos Deputados aprovou o prosseguimento do impeachment, encaminhando a acusação ao Senado. A defesa do presidente está prevista para esta sexta-feira (6).

 

O avanço das investigações ocorre em meio à revelação de que aproximadamente US$ 60 milhões em recursos da Caja Fiscal, sistema de aposentadorias e pensões dos servidores públicos paraguaios, estão em risco em razão das aplicações no Ueno Bank.

 

Segundo o jornal paraguaio Última Hora, o procurador-geral Emiliano Rolón Fernández determinou, por meio da Resolução FGE nº 4.474, a abertura de procedimentos criminais e a formação de uma equipe especializada em delitos econômicos e corrupção.

 

As apurações envolvem denúncias de possíveis irregularidades na administração de recursos públicos, na fiscalização bancária e nas operações financeiras realizadas pelo Ueno Bank.

 

Itaipu Binacional entra na investigação

A investigação alcançou também a Itaipu Binacional, responsável pela hidrelétrica localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai e administrada conjuntamente pelos dois países.

 

Os nomes mencionados na denúncia sejam de dirigentes do lado paraguaio da empresa. Até o momento, não há elementos que indiquem a participação de autoridades brasileiras nas irregularidades investigadas.

 

Entre os citados está Justo Zacarías Irún, diretor-geral paraguaio de Itaipu, nomeado por Santiago Peña em 2023. A denúncia também menciona integrantes da direção executiva da hidrelétrica, como Magnolia Mendoza, Rafael Lara Valenzuela, Hugo Zárate, Julio Rodrigo Paredes e Justino Caballero.

 

No Conselho de Administração, são citados Carlos Fernández Valdovinos, Rubén Ramírez Lezcano, Claudia Centurión, Roberto Moreno Rodríguez, Félix Eladio Sosa e Miguel Ángel Báez Reyes.

 

O objetivo dos investigadores é esclarecer quem autorizou a aplicação de recursos da Itaipu no Ueno Bank, quais critérios foram utilizados para avaliar os riscos e se houve negligência ou omissão diante de possíveis sinais de deterioração financeira da instituição.

 

A presença de Itaipu na lista de instituições com recursos aplicados no banco coloca sob investigação decisões relacionadas ao patrimônio de uma empresa binacional, cuja gestão é compartilhada pelos governos brasileiro e paraguaio.

 

A outra grande hidrelétrica binacional do Paraguai, Yacyretá, administrada conjuntamente com a Argentina, também aparece na investigação. Entre os citados estão o diretor executivo paraguaio Luis Federico Benítez e outros integrantes de seus órgãos de direção e administração.

 

US$ 60 milhões da Previdência estão em risco

Enquanto o escândalo se espalha pelo governo, a preocupação com a recuperação dos recursos públicos depositados no Ueno Bank cresce.

 

O Ministério da Economia e Finanças do Paraguai apresentou uma denúncia criminal contra os responsáveis pela instituição financeira, apontando riscos à recuperação de aproximadamente US$ 60 milhões vinculados à Caja Fiscal.

 

Segundo documentos divulgados pelo Última Hora, o governo aplicou 250 bilhões de guaranis, equivalentes a cerca de US$ 41,6 milhões, no banco em julho de 2025, quando Carlos Fernández Valdovinos comandava o Ministério da Economia.

 

A operação foi autorizada pela Resolução MEF nº 338/2025, com vencimento previsto para 30 de julho de 2030.

 

Além do capital investido, o governo calcula outros 123,838 bilhões de guaranis em juros que deveriam ser recebidos até o vencimento. Somados, os valores chegam a aproximadamente US$ 60 milhões. 

 

Os recursos pertencem ao sistema de aposentadorias e pensões dos servidores públicos paraguaios.

 

O Ministério da Economia afirma que, no momento da aplicação, o Ueno Bank apresentava indicadores considerados adequados de solvência, liquidez e inadimplência, além de classificação de risco AA-py, com perspectiva estável.

 

A denúncia levanta a suspeita de que as informações financeiras divulgadas pelo banco não refletiam sua real situação patrimonial.

 

Se confirmada, a irregularidade poderá ajudar a explicar por que recursos previdenciários continuaram sendo direcionados à instituição antes da intervenção determinada pelo Banco Central.

 

A exposição não se limita à Caja Fiscal. O Instituto de Previsión Social (IPS), responsável pela Previdência dos trabalhadores do setor privado, também mantinha recursos no Ueno Bank.

 

Segundo a denúncia apresentada por parlamentares da oposição, os investimentos do IPS no banco passaram de aproximadamente 80 bilhões de guaranis, em novembro de 2023, para cerca de 2,2 trilhões de guaranis em novembro de 2025.

 

O crescimento dessas aplicações tornou-se um dos pontos centrais da investigação sobre as decisões dos responsáveis pela administração dos fundos previdenciários.

 

Banco concentrava bilhões em recursos públicos

Os documentos apresentados ao Ministério Público mostram que o Ueno Bank havia se transformado em um dos principais destinos de recursos do Estado paraguaio.

 

Em 30 de setembro de 2026, a instituição concentrava aproximadamente 3,6 trilhões de guaranis em depósitos públicos na moeda nacional, além de US$ 233,4 milhões em aplicações denominadas em dólares.

 

Esses valores correspondiam a 18,2% dos depósitos públicos em guaranis e 22,9% dos depósitos públicos em dólares no sistema bancário.

 

O Ueno era o segundo maior depositário de recursos estatais do Paraguai e o primeiro entre os bancos privados.

 

Entre as instituições com recursos na instituição estavam o Ministério da Economia, o IPS, a Administração Nacional de Electricidad (ANDE), Itaipu, Yacyretá e fundos previdenciários de outras categorias.

 

A denúncia apresentada por parlamentares pede que a Fiscalía investigue os critérios utilizados para a concentração desses recursos em uma única instituição financeira.

 

Outra frente envolve empréstimos concedidos pelo Ueno a empresas vinculadas ao próprio grupo econômico.. 

 

Segundo os documentos encaminhados pelos parlamentares, três sociedades — Mowi S.A., Grupo Hendy S.A. e Grupo M S.A. — acumulavam dívidas de 743,784 bilhões de guaranis com o banco em abril de 2026.

 

Os denunciantes também questionam uma operação de venda de carteira de crédito à Vinanzas S.A., no valor de US$ 74,4 milhões, que teria sido posteriormente considerada proibida por uma área técnica do Banco Central.

 

Essas operações estão entre os fatos cuja legalidade e eventual relação com a deterioração financeira do Ueno Bank deverão ser esclarecidas pelos investigadores.

 

 

MASTER PARAGUAIO: INVESTIGAçõES SOBRE UENO BANK CHEGAM A VICE DE PEñA, QUE RENUNCIOU, E ITAIPU BINACIONAL

ULTRALIBERALISMO

Master paraguaio: investigações sobre Ueno Bank chegam a vice de Peña, que renunciou, e Itaipu Binacional

 

Ministério da Economia denuncia que US$ 60 milhões em recursos da aposentadoria estão em risco após quebra do banco; Investigação alcança 39 pessoas e mira Pedro Alliana, vice de Santiago Peña, que renunciou à Presidência.

 

 

Acrise política e financeira provocada pela quebra do Ueno Bank, que tem sido classificado como o “Master paraguaio” pelas semelhanças com o escândalo brasileiro, chegou ao núcleo do governo de Santiago Peña e à Itaipu Binacional, hidrelétrica administrada conjuntamente por Brasil e Paraguai.

 

 

Nesta quinta-feira (5), o Ministério Público paraguaio abriu uma investigação contra 39 pessoas, incluindo o presidente, o vice-presidente Pedro Alliana e autoridades responsáveis pela gestão de recursos públicos depositados no banco, submetido a um processo de resolução pelo Banco Central do Paraguai (BCP).

 

 

Alliana, que também está entre os investigados, é o sucessor constitucional de Peña e poderá assumir a Presidência caso a renúncia apresentada pelo mandatário seja formalmente aceita ou ele seja destituído pelo Senado. A abertura de uma investigação criminal, por si só, não impede a posse do vice-presidente.

 

 

A renúncia de Peña foi apresentada nestaa quinta-feira, mas não chegou a ser formalmente aceita pelo Congresso, após uma sessão conjunta ficar sem quórum. Paralelamente, a Câmara dos Deputados aprovou o prosseguimento do impeachment, encaminhando a acusação ao Senado. A defesa do presidente está prevista para esta sexta-feira (6).

 

O avanço das investigações ocorre em meio à revelação de que aproximadamente US$ 60 milhões em recursos da Caja Fiscal, sistema de aposentadorias e pensões dos servidores públicos paraguaios, estão em risco em razão das aplicações no Ueno Bank.

 

Segundo o jornal paraguaio Última Hora, o procurador-geral Emiliano Rolón Fernández determinou, por meio da Resolução FGE nº 4.474, a abertura de procedimentos criminais e a formação de uma equipe especializada em delitos econômicos e corrupção.

 

As apurações envolvem denúncias de possíveis irregularidades na administração de recursos públicos, na fiscalização bancária e nas operações financeiras realizadas pelo Ueno Bank.

 

Itaipu Binacional entra na investigação

A investigação alcançou também a Itaipu Binacional, responsável pela hidrelétrica localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai e administrada conjuntamente pelos dois países.

 

Os nomes mencionados na denúncia sejam de dirigentes do lado paraguaio da empresa. Até o momento, não há elementos que indiquem a participação de autoridades brasileiras nas irregularidades investigadas.

 

Entre os citados está Justo Zacarías Irún, diretor-geral paraguaio de Itaipu, nomeado por Santiago Peña em 2023. A denúncia também menciona integrantes da direção executiva da hidrelétrica, como Magnolia Mendoza, Rafael Lara Valenzuela, Hugo Zárate, Julio Rodrigo Paredes e Justino Caballero.

 

No Conselho de Administração, são citados Carlos Fernández Valdovinos, Rubén Ramírez Lezcano, Claudia Centurión, Roberto Moreno Rodríguez, Félix Eladio Sosa e Miguel Ángel Báez Reyes.

 

O objetivo dos investigadores é esclarecer quem autorizou a aplicação de recursos da Itaipu no Ueno Bank, quais critérios foram utilizados para avaliar os riscos e se houve negligência ou omissão diante de possíveis sinais de deterioração financeira da instituição.

 

A presença de Itaipu na lista de instituições com recursos aplicados no banco coloca sob investigação decisões relacionadas ao patrimônio de uma empresa binacional, cuja gestão é compartilhada pelos governos brasileiro e paraguaio.

 

A outra grande hidrelétrica binacional do Paraguai, Yacyretá, administrada conjuntamente com a Argentina, também aparece na investigação. Entre os citados estão o diretor executivo paraguaio Luis Federico Benítez e outros integrantes de seus órgãos de direção e administração.

 

US$ 60 milhões da Previdência estão em risco

Enquanto o escândalo se espalha pelo governo, a preocupação com a recuperação dos recursos públicos depositados no Ueno Bank cresce.

 

O Ministério da Economia e Finanças do Paraguai apresentou uma denúncia criminal contra os responsáveis pela instituição financeira, apontando riscos à recuperação de aproximadamente US$ 60 milhões vinculados à Caja Fiscal.

 

Segundo documentos divulgados pelo Última Hora, o governo aplicou 250 bilhões de guaranis, equivalentes a cerca de US$ 41,6 milhões, no banco em julho de 2025, quando Carlos Fernández Valdovinos comandava o Ministério da Economia.

 

A operação foi autorizada pela Resolução MEF nº 338/2025, com vencimento previsto para 30 de julho de 2030.

 

Além do capital investido, o governo calcula outros 123,838 bilhões de guaranis em juros que deveriam ser recebidos até o vencimento. Somados, os valores chegam a aproximadamente US$ 60 milhões.

 

Os recursos pertencem ao sistema de aposentadorias e pensões dos servidores públicos paraguaios.

 

O Ministério da Economia afirma que, no momento da aplicação, o Ueno Bank apresentava indicadores considerados adequados de solvência, liquidez e inadimplência, além de classificação de risco AA-py, com perspectiva estável.

 

A denúncia levanta a suspeita de que as informações financeiras divulgadas pelo banco não refletiam sua real situação patrimonial.

 

Se confirmada, a irregularidade poderá ajudar a explicar por que recursos previdenciários continuaram sendo direcionados à instituição antes da intervenção determinada pelo Banco Central.

 

A exposição não se limita à Caja Fiscal. O Instituto de Previsión Social (IPS), responsável pela Previdência dos trabalhadores do setor privado, também mantinha recursos no Ueno Bank.

 

Segundo a denúncia apresentada por parlamentares da oposição, os investimentos do IPS no banco passaram de aproximadamente 80 bilhões de guaranis, em novembro de 2023, para cerca de 2,2 trilhões de guaranis em novembro de 2025.

 

O crescimento dessas aplicações tornou-se um dos pontos centrais da investigação sobre as decisões dos responsáveis pela administração dos fundos previdenciários.

 

Banco concentrava bilhões em recursos públicos

Os documentos apresentados ao Ministério Público mostram que o Ueno Bank havia se transformado em um dos principais destinos de recursos do Estado paraguaio.

 

Em 30 de setembro de 2026, a instituição concentrava aproximadamente 3,6 trilhões de guaranis em depósitos públicos na moeda nacional, além de US$ 233,4 milhões em aplicações denominadas em dólares.

 

Esses valores correspondiam a 18,2% dos depósitos públicos em guaranis e 22,9% dos depósitos públicos em dólares no sistema bancário.

 

O Ueno era o segundo maior depositário de recursos estatais do Paraguai e o primeiro entre os bancos privados.

 

Entre as instituições com recursos na instituição estavam o Ministério da Economia, o IPS, a Administração Nacional de Electricidad (ANDE), Itaipu, Yacyretá e fundos previdenciários de outras categorias.

 

A denúncia apresentada por parlamentares pede que a Fiscalía investigue os critérios utilizados para a concentração desses recursos em uma única instituição financeira.

 

Outra frente envolve empréstimos concedidos pelo Ueno a empresas vinculadas ao próprio grupo econômico.

 

Segundo os documentos encaminhados pelos parlamentares, três sociedades — Mowi S.A., Grupo Hendy S.A. e Grupo M S.A. — acumulavam dívidas de 743,784 bilhões de guaranis com o banco em abril de 2026.

 

Os denunciantes também questionam uma operação de venda de carteira de crédito à Vinanzas S.A., no valor de US$ 74,4 milhões, que teria sido posteriormente considerada proibida por uma área técnica do Banco Central.

 

Essas operações estão entre os fatos cuja legalidade e eventual relação com a deterioração financeira do Ueno Bank deverão ser esclarecidas pelos investigadores.

 

Investigação alcança Banco Central e órgãos de fiscalização

A ofensiva judicial também mira autoridades responsáveis pela supervisão do sistema financeiro paraguaio.

 

Entre os nomes citados estão o ex-presidente do Banco Central Carlos Carvallo, o superintendente de Bancos Holger Insfrán e outros integrantes e ex-integrantes da direção da autoridade monetária.

 

Os parlamentares querem saber se o Banco Central tinha conhecimento de operações que poderiam comprometer a situação patrimonial do Ueno e se adotou medidas adequadas para impedir o agravamento dos riscos.

 

Também estão sob questionamento decisões relacionadas à transformação da antiga Financiera Ueno em banco, autorizada em novembro de 2023, e à fusão com o Visión Banco, aprovada em maio de 2024.

 

A denúncia aponta possíveis falhas na fiscalização de operações com empresas relacionadas ao conglomerado e no acompanhamento dos indicadores de solvência da instituição.

 

Com o presidente submetido a um processo de impeachment, o vice-presidente incluído nas investigações e bilhões em recursos públicos sob escrutínio, o caso Ueno Bank deixou de ser apenas uma crise bancária e passou a envolver diretamente a administração do Estado paraguaio e de instituições binacionais compartilhadas com Brasil e Argentina.

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